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sábado, 26 de fevereiro de 2011
Quem é Deus?
Atos 17.28
A Bíblia não tem o propósito de comprovar a veracidade do DEUS Vivo e Verdadeiro. A utilidade da Bíblia como Palavra de DEUS é de nos fazer entender que o DEUS Vivo e Verdadeiro nos amou de tal maneira que deu Seu único Filho, para que todo aquele que nEle crê tenha a vida eterna; e como deve ser o nosso relacionamento com Ele.
A Palavra de DEUS não está preocupada com as críticas ou perseguições que irá sofrer por não ser um tratado científico acerca de quem é o que quer e como é DEUS. O que está ali escrito sobre DEUS é somente o que ELE nos deixou para que crêssemos nEle e no Seu Filho Jesus Cristo.
A Bíblia não procura comprovar que Deus existe. Em vez disso, ela declara a sua existência e apresenta numerosos atributos seus. Muitos desses atributos são exclusivos dele, como Deus; outros, porém, existem em parte no ser humano, pelo fato de ter sido criado à imagem e semelhança de Deus.
Deus é Onipresente:
DEUS está presente em todos os lugares em um só tempo. ELE não tem necessidade de se deslocar para ali, ou para acolá, mas o ali e o acolá estão sempre diante dELE.
“Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares, ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá.” Salmo 139: 7-10
A mente humana é limitada quando o quesito a ser analisado é a supremacia e grandeza de DEUS. Nós só conseguimos ter relances, pequenos vislumbres do que é a onipresença do DEUS Vivo e Verdadeiro. A explicação mais coerente que recebi, nesses anos todos, sobre a onipresença de DEUS é a de que o Tempo e o Espaço são como o observar de uma fotografia. Que nessa foto existe desde a criação até os fins dos dias. Não podemos esquecer que: A Bíblia não procura comprovar que Deus existe, mas apresentá-lO a nós de maneira que possamos compreender a Sua real essência.
Deus não se limita a qualquer parte do universo, mas está presente com todo o seu poder em cada lugar do espaço e em cada momento do tempo (Salmo 139:7-12). Assim, Deus não pertence a uma nação ou geração. Ele é o Deus de toda a terra (Gênesis 18:25).
ONIPRESENÇA é o termo teológico que se refere à natureza ilimitada de Deus ou à sua capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Deus não é como os ídolos de pedra dos povos antigos, que estavam limitados a um altar ou templo específico. Deus se revela na Bíblia como o Senhor que está em toda parte. Deus estava presente como Senhor em toda a criação (Salmo 139.7-12), e não há como escapar dEle. Ele está presente nos nossos pensamentos mais íntimos. Mesmo antes de estarmos completamente formados no útero de nossa mãe, Ele já conhecia todos os dias da nossa vida (Salmo 139: 13-16)
Quando falamos da onipresença de Deus geralmente queremos dizer que sua presença está em todos os lugares. Não existe um lugar onde Deus não esteja. Mesmo assim, sendo espírito, Deus não ocupa um lugar, no sentido físico em que os objetos ocupam lugar no espaço. Deus não tem propriedades físicas que ocupem lugar no espaço. A chave para entender esse paradoxo é pensar em termos de outra dimensão. A barreira entre Deus e nós não é uma barreira de tempo ou espaço. Para se encontrar com Deus, não existe um "aonde" ir ou um "quando" vai acontecer. Estar na presença imediata de Deus é entrar numa outra dimensão.
A idéia de onipresença não só se relaciona com os lugares onde Deus está, mas também o quanto dele está presente naquele determinado lugar. Deus não só está presente em todos os lugares, mas Deus está totalmente presente em cada lugar. Isso é chamado "sua imensidade". Os crentes que moram em São Paulo experimentam a plenitude da presença de Deus, enquanto que os crentes que moram em Moscou experimentam a mesma presença. Sua imensidade, pois, não se refere ao seu tamanho, mas à sua capacidade de estar totalmente presente em todos os lugares.
A doutrina da onipresença de Deus com razão nos enche de perplexidade. Além da reverência que ela gera, essa doutrina também se revela confortadora. Podemos sempre ter certeza da atenção integral de Deus. Nunca vamos ter de esperar na fila ou marcar um horário para estar com Deus. Quando estamos na presença de Deus, ele não está preocupado com os acontecimentos do outro lado do planeta. Esta doutrina evidentemente, de maneira alguma é confortante para o não-crente. Não existe lugar para se esconder de Deus. Não existe nenhum cantinho do universo onde Deus não esteja. O ímpio que está no inferno não está separado de Deus - está separado somente de sua benevolência. A ira de Deus está constantemente com ele.
Que DEUS nos capacite e nos faça entender quão grande é o Seu poder e Glória, afim de estarmos para sempre em Sua presença.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
No Retorno às Escrituras, Precisamos Conhecer DEUS
Encontro pessoas por ai com um linguajar que reproduz suas experiências com Deus, ou com "aquilo" que pensam ser Deus.
Tenho visto e ouvido pessoas falando acerca de restituições, de libertações, de unções, de bençãos e bençãos advindas de um pseudo encontro pessoal com o Jesus ressurreto.
Nesse meu novo projeto vou postar acerca do que é de quem é Deus.
Hoje começarei com uma "definição" de quem é Deus - se é que é possível definir Deus.
O que eu quero é trilhar o caminho do Conhecimento do Senhor, atendendo ao conselho de Oséias (Conheçamos e prossigamos em conhecer a Deus). Faço isso porque creio que tudo é dEle, para Ele e por meio dEle. A Ele seja a Glória, eternamente.
Quando se fala de “Conhecimento de DEUS”, estamos querendo transmitir aos que ouvem a essência e a personalidade d’Aquele que nos fez à Sua imagem e semelhança. Durante séculos o Homem procurou repsotas para a sua ânsia da Verdade, e muitas vezes esse caminho foi percorrido por aqueles que queriam, de verdade, Conhecer a DEUS. Na história da Igreja encontramos inúmeros concílios que buscavam entender quem era esse DEUS tremendo e poderoso a quem nós dizemos que servimos. Nós não estamos percorrendo um caminho desconhecido, isso que estamos fazendo não é novidade. Muitos, antes de nós, já buscaram conhecer e entender o DEUS do Universo.
Hoje iremos tentar conhecer DEUS através de uma definição. Definição oriunda da Confissão de Fé de Westminster.
A Confissão de Fé de Westminster é a principal declaração doutrinária adotada oficialmente pela Igreja Presbiteriana do Brasil. Ela foi um dos documentos aprovados pela Assembléia de Westminster (1643-1649), convocada pelo Parlamento inglês para elaborar novos padrões doutrinários, litúrgicos e administrativos para a Igreja da Inglaterra.
Sobre DEUS, a Confissão de Fé de Westminster diz o seguinte:
I. Há um só Deus vivo e verdadeiro, o qual é infinito em seu ser e perfeições. Ele é um espírito puríssimo, invisível, sem corpo, membros ou paixões; é imutável, imenso, eterno, incompreensível, - onipotente, onisciente, santíssimo, completamente livre e absoluto, fazendo tudo para a sua própria glória e segundo o conselho da sua própria vontade, que é reta e imutável. É cheio de amor, é gracioso, misericordioso, longânimo, muito bondoso e verdadeiro remunerador dos que o buscam e, contudo, justíssimo e terrível em seus juízos, pois odeia todo o pecado; de modo algum terá por inocente o culpado.
Deut. 6:4; I Cor. 8:4, 6; I Tess. 1:9; Jer. 10:10; Jó 11:79; Jó 26:14; João 6:24; I Tim. 1:17; Deut. 4:15-16; Luc. 24:39; At. 14:11, 15; Tiago 1:17; I Reis 8:27; Sal. 92:2; Sal. 145:3; Gen. 17:1; Rom. 16:27; Isa. 6:3; Sal. 115:3; Exo3:14; Ef. 1:11; Prov. 16:4; Rom. 11:36; Apoc. 4:11; I João 4:8; Exo. 36:6-7; Heb. 11:6; Nee. 9:32-33; Sal. 5:5-6; Naum 1:2-3.
II. Deus tem em si mesmo, e de si mesmo, toda a vida, glória, bondade e bem-aventurança. Ele é todo suficiente em si e para si, pois não precisa das criaturas que trouxe à existência, não deriva delas glória alguma, mas somente manifesta a sua glória nelas, por elas, para elas e sobre elas. Ele é a única origem de todo o ser; dele, por ele e para ele são todas as coisas e sobre elas tem ele soberano domínio para fazer com elas, para elas e sobre elas tudo quanto quiser. Todas as coisas estão patentes e manifestas diante dele; o seu saber é infinito, infalível e independente da criatura, de sorte que para ele nada é contingente ou incerto. Ele é santíssimo em todos os seus conselhos, em todas as suas obras e em todos os seus preceitos. Da parte dos anjos e dos homens e de qualquer outra criatura lhe são devidos todo o culto, todo o serviço e obediência, que ele há por bem requerer deles.
João 5:26; At. 7:2; Sal. 119:68; I Tim. 6: 15; At - . 17:24-25; Rom. 11:36; Apoc. 4:11; Heb. 4:13; Rom. 11:33-34; At. 15:18; Prov. 15:3; Sal. 145-17; Apoc. 5: 12-14.
III. Na unidade da Divindade há três pessoas de uma mesma substância, poder e eternidade - Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, O Pai não é de ninguém - não é nem gerado, nem procedente; o Filho é eternamente gerado do Pai; o Espírito Santo é eternamente procedente do Pai e do Filho.
Mat. 3:16-17; 28-19; II Cor. 13:14; João 1:14, 18 e 15:26; Gal. 4:6.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Cuidado Com o que Andam Pregando Por Ai
É justamente sobre esta fé que quero discorrer aqui... Hoje muito se fala sobre "restituições", "unções", "visões", "revelações", "determinações", "satisfações", etc, etc, etc. e sinceramente eu não entendo o porque disso ter tanta audiência em nosso meio - evangélico.
Me pergunto todos os dias: "Esse povo não sabe ler?" "Esse povo comprou que 'bíblia'?" "Aonde eles aprenderam teologia?" Não é possível se falar de tanta baboseira quando se conhece, ler e estuda a Palavra de Deus.
Judas disse que a Fé foi entregue aos santos uma vez por todas. Isso significa: que a doutrina revelada por Jesus Cristo e seus apóstolos e profetas (veja Efésios 3:3-5; Atos 6:7, 8:13; Gálatas 1:23) já havia sido entregue aos santos "uma vez por todas" durante a vida de Judas, isso no primeiro século.
Por isso não entendo, não entendo porque querem colocar mais coisa naquilo que já está pronto - a Fé Cristã. Porque "inventar" se basta crer. O que é suficiente para nós? Será que não basta ser salvo eternamente do inferno? Será que precisamos de tantas "porcarias" quando temos a vida eterna em nós?
Até onde vai nossa necessidade de auto-satisfação? Nessa busca desenfreiada por mais e mais invertemos os papéis, Deus deixa de ser Deus e passa a ser um mero serviçal, copeiro ou empregado doméstico.
Em busca de novos conceitos esquecemos o que a Palavra de Deus nos ensina: "Todos pecamos", "Todos somos indesculpáveis", "Todos carecemos da Glória de Deus" (Romanos 3:23; 6:23), que "somos salvos pela fé em Jesus Cristo" (Efésios 2) e não no que Jesus Cristo Fez.
Será que não se torna atual a pregação de Judas? Hoje, assim como naquele tempo, pessoas andam por ai pregando o que a Palavra de Deus NÃO diz. Estamos rodeados de Falsos Profetas,
Falsos Mestres que se apresentam como ovelhas sem nenhuma maldade, mas que na verdade são lobos buscando apenas satisfação pessoal ou profissional.
A Carta de Judas é atual. A Igreja do Deus vivo, aquela que é coluna e baluarte da verdade, não esta que que adora o próprio ventre, precisa dá um basta. Chega. É necessário que vozes clamem,
que predras clamem, que vidas sejam postas à prova. Nós não nos calaremos.
É preciso retornar às Escrituras santas, onde esses temas: salvação, redenção, santidade, pecado, céu, inferno são o foco principal. Temas como: "você pode", "você é capaz" "restitui Senhor", "destrói meus inimigos",
"vou prosperar", etc precisam ser esquecidos. Pessoas estão indo ao Inferno por acreditarem nesses falsos ensinamentos, pessoas estão sendo enganadas com a máscara da pregação antropocêntrica e egocêntrica que só satisfaz a carne.
Precisamos ficar atentos ao que anda sendo pregado por ai. A verdade liberta. Desculpem o trocadilho, mas a Verdade verdadeira - ou seja - Jesus Cristo.
Judas continua dizendo que quem não lutar, preparado pelo conhecimento de Deus e pela prática da fé revelada por Cristo, contra a ignorância e o sossego da pregação humanista, cairá em castigo, assim como aqueles que trazem essa doutrina falsa.
Judas mostra que a aparência desses homens é só engano, e que Deus prepara juízo contra essa impiedade, sensualidade, arrogância e ganância - Judas 12-16.
A luta para escapar do engano começa com a Palavra revelada, que tanto ensina o caminho reto como mostra o caráter dos enganadores - Judas 17-19. É necessário crescer na fé, estudando a Palavra e orando ao Senhor com amor e com a forte esperança de alcançar a vida eterna - Judas 20-21.
Termino este "desabafo" com o texto de Oséias 6:3a: "Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR..."
Deus nos dê forças para lutarmos contra as heresias e blasfêmias que têm sido ditas em nome da arrecadação.
Sole Deo Gloria.
sábado, 22 de janeiro de 2011
O Que Na Verdade Somos?
Nesta música encontrei um novo sentido para o Cristianismo (novo porque o meu foco era outro). Percebi que queremos um mundo melhor, queremos uma sociedade reta, pura, santa, mas o que de verdade fazemos para que isso aconteça? Um determinado trecho desta música diz: "Se o mundo ainda é mal o culpado está diante do espelho." A Bíblia nos ensina que somos Sal da terra e Luz do mundo. Precisamos salgar e iluminar. Entendo por salgar e iluminar o simples fato de mudar a realidade espiritual do contexto em que estou inserido. Posso nunca mudar a realidade social das pessoas, mas é minha obrigação mudar a realidade espiritual delas.
Estamos diante de um cristianismo secularizado e sectarizado, provenientes de inúmeros grupos tidos por evangélicos que só se preocupam com com o financeiro e com qualidade de vida. Precisamos entender que ser cristão é muito mais do que estamos fazendo. É necessário um retorno urgente para as Escrituras Sagradas, precismos conhecer Deus, precisamos entender a vontade de Deus, precisamos ser servos de Deus.
Não consigo entender um povo que diz a Deus o que Ele tem que fazer e a hora em que Ele deve fazer. Não entendo mesmo! Não sei como se pode viver achando que Deus é nosso serviçal, nosso mordomo. Que Teologia é essa que a gente tá usando? Que Bíblia estamos lendo? Que pregações estamos ouvindo?
Não posso aceitar de maneira nenhuma este tipo de comportamento. Ele não é natural aos que creem. Ele não é aceitável àquele que, de verdade, se encontrou com Jesus Cristo.
Nessa hora volto ao título desse artigo: O Que Na Verdade Somos? Somos um povo adquirido para proclamar as virtudes daquele que nos chamou das trevas ou somos senhores e senhoras daquele que tem por grande obrigação nos satisfazer?
Eu clamo: Voltemos às Escrituras!
Oséias 6:3 diz: “Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor: como a alva, será a sua saída; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.”
Seu Conservo.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
A Nossa Luta Pela Verdade
“Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.” Êx. 20.16
Já há alguns anos, filósofos, cientistas sociais, psicólogos e antropólogos vem estudando o mistério da mentira. O resultado das “intensas” pesquisas é o seguinte:
* Para muitos desses, a mentira está no gene, ela é o motor da evolução humana. O desenvolvimento do cérebro se deu por ter que lidar com as mentiras.
* Nós adulamos, engodamos e sorrimos diariamente com olhar inocente para manter uma boa atmosfera ou para nos apresentar numa luz mais favorável. Principalmente os cônjuges e familiares são enganados de maneira intensa. Eles são vítimas de dois terços de todas as mentiras graves – segundo as análises de diários da psicóloga americana Bella DePaulo da Universidade da Virgínia.
* Talento para enganar é sinal de inteligência – um fator de sucesso, tão útil como perspicácia, intuição ou criatividade. "O sucesso profissional de um executivo depende em 80% da sua inteligência social", afirma Howard Gardner, psicólogo da Harvard School of Education. Também Peter Stiegnitz, um pesquisador da mentira em Viena (Áustria), pensa que os "carreiristas preferem trabalhar com jeito e charme ao invés de fazê-lo com aplicação e perseverança".
É vergonhoso como hoje em dia se lida levianamente com o conceito "mentira" ou com a própria mentira. Há pesquisas e estudos sobre a mentira, tenta-se explicá-la, procura-se a sua origem, mas em geral ela é considerada inofensiva, sim, até mesmo uma necessidade da vida e, em última análise, como algo bom.
Entretanto, como em todas as questões relativas à vida, também sobre a mentira somente a Bíblia – e não quaisquer "pesquisadores da mentira" – pode nos dar a melhor orientação. Ela nos mostra que a mentira não é um mistério, conforme diz o artigo citado, mas um pecado há muito revelado. A mentira consiste em rejeitar a verdade de Deus. Sobre os mentirosos está escrito: "Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira..." (Rm 1.25). Por isso a mentira se estende por toda a história da humanidade. Ela é a culpada pela queda do homem e causa de todos os sofrimentos e de muitas lágrimas.
A mentira não tem sua origem na evolução, mas em Satanás – ele é chamado "pai da mentira". O Senhor Jesus Cristo mostrou isso de maneira inequívoca quando disse: "Vós sois do Diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira. Mas, porque eu digo a verdade, não me credes" (Jo 8.44-45). Assim, o pecado só entrou no mundo por meio da mentira, pois Satanás enganou os primeiros seres humanos através da mentira: "...É certo que não morrereis... mas sereis como Deus" (Gn 3.4-5). A realidade da mentira e do pecado em si falam contra a evolução e a favor do relato da Bíblia, de que somos uma criação caída.
Com toda a certeza a mentira não é indicação de inteligência, mas um sinal característico de uma vida sem Deus, que não ama a verdade e é a identificação de uma natureza pecaminosa. Em 1 João 2.21 está escrito: "...mentira alguma jamais procede da verdade." Por isso, a crescente tendência para a mentira em nossos dias também é um sinal evidente dos tempos finais: "Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência"
(1 Tm 4.1-2).