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sábado, 16 de abril de 2011

Somos CONTRA o PL 122

O Blog do Prof. Luis Cavalcante condena, repudia a HOMOFOBIA e PEDOFILIA, como a HETEROFOBIA, ABORTO, RACISMO, FASCISMO DE DIREITA, FASCISMO DE ESQUERDA, NAZISMO SOCIALISTA, MARXISMO, NIILISMO, COMUNISMO, MACHISMO, FEMINISMO e principalmente o SECULARISMO e LAICISMO FUNDAMENTALISTA. Condenamos a INSTITUCIONALIZAÇÃO DA INIQUIDADE pelos representantes da CENTRO-ESQUERDA, ESQUERDA e ESQUERDISMO brasileiro.

Acreditamos que a Filosofia Política, Científica, Jurídica, Econômica, Educacional e Social de caráter Calvinista é a solução do reducionismo filosófico e moral da esquerda e direita.

Condenamos o "Estado Laico Fundamentalista", que condena os valores e princípios judaico-cristão na sociedade; sine qua non para uma sociedade saudável e equilibrada.

Defendemos a vida dos homossexuais, melhor, de todos os seres humanos (desde que não cometam assassinatos, neste ponto defendemos a Pena Capital para os casos de assassinatos e crimes de colarinho branco, uma vez julgado e culpado); mas, condenamos visceralmente o PL-122 como está redigido (que institucionaliza a iniquidade da sodomia, bissexualidade, lesbianismo e todas as perversões contrária aos princípios cosmonômicos da Criação Divina; transformando o Estado Laico em um Estado Imoral e Sodomita; trazendo as maldições espirituais, sociais e psicológicas sobre o nosso país).

Somos contrário ao PL 122 e seremos uns dos primeiros a desobedecê-lo, caso seja aprovado pelo atual governo esquerdista; sabendo de antemão que isso pode implicar: CADEIA!!!

Condenamos qualquer violência aos homossexuais, ou melhor, condenamos qualquer violência aos seres humanos.

Condenamos radicalmente todo tipo de PEDOFILIA, prostituição, imoralidade, sodomia, pederastia, divórcio, infidelidade conjugal, liberação das drogas, adoção de crianças por homossexuais e principalmente as seduções dos homossexuais por crianças, adolescentes e jovens com introdução do pênis no ânus, muitas vezes estimulados por leis, pedagogias construtivistas, relativistas, hedonistas, canais de comunicação, principalmente, a televisiva e os portais de internet.

Condenamos a "liberdade", melhor, a libertinagem das revistas e filmes pornográficos, mais, toda a literatura pornográfica que diretamente e indiretamente estimula a PEDOFILIA e toda sorte de PROSTITUIÇÃO, vendidas nas bancas de jornais, postos de combustíveis, locadoras de vídeos e livrarias, etc.

Defendemos urgente políticas e financiamento público para todos os cidadãos que não estão confortável com a sua homossexualidade e querem tratamentos terapêuticos para uma vida de heterossexualidade. O homossexual tem o direito de não querer ser homossexual e a liberdade de participar de programas filosóficos e religiosos de fortalecimento de heterossexualidade.

Tratemos todos os homossexuais com amor cristão e compartilhemos com sabedoria, paciência e caridade o poder transformador e reformador da Eterna, Inspirada, Inerrante PALAVRA DE DEUS!

O BRASIL DEVE CRIMINALIZAR A HOMOFOBIA? Segundo a Dra. Helena Lobo da Costa NÃO.

Segundo a Dra. Helena Lobo da Costa NÃO - Advogada e professora de Direito Processual Penal da Faculdade de Direito da USP - "O Direito Penal atual já está apto a agir em casos de agressões motivadas por intolerância sexual"


FONTE: http://intoleranciahomossexual.blogspot.com/2011/04/o-brasil-deve-criminalizar-homofobia.html

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Graça Operante e Graça Cooperante e o Livre-Arbítrio.

Caso se admita isto, estará fora de questão que o livre-arbítrio não é bastante ao homem para as boas obras, a não ser que seja ajudado pela graça, e na verdade pela graça especial, graça esta de que os eleitos só são dotados mediante a regeneração.

Logo, deixo de levar em conta os fanáticos que bradam que a graça é distribuída a todos de modo igual e de forma indistinta. Isto, entretanto, ainda não está claro: se porventura o homem esteja de todo privado da capacidade de fazer o bem, ou tenha para isso alguma capacidade, ainda que diminuta e precária, que certamente nada possa de si, todavia, em auxiliando-a a graça, desempenhe também ela mesma sua função. Tendo em mira decidir isto, o Mestre das Sentenças ensina que nos é necessária dupla graça para que nos tornemos capazes para uma boa obra. A uma ele chama de graça operante, mercê da qual resulta que queiramos o bem eficazmente; cooperante, a outra, que acompanha a boa vontade, coadjuvando-a.

Nesta divisão desagrada-me isto: que, enquanto atribui à graça de Deus o eficaz desejo do bem, dá a entender que, já de sua própria natureza, de certo modo, ainda que ineficazmente, o homem deseja o bem. Assim Bernardo, asseverando que de fato a boa vontade é obra de Deus, no entanto concede isto ao homem: que ele deseja, de moto próprio, esta espécie de boa vontade. Isto, entretanto, está longe da mente de Agostinho, de quem, todavia, Lombardo deseja parecer haver tomado essa distinção entre graça operante e graça cooperante.

No segundo membro desse binômio distincional ofende-me a ambigüidade, a qual tem gerado interpretação pervertida. Pois pensaram que cooperamos com a segunda dessas modalidades da graça de Deus, visto ser nosso direito ou de tornar inútil a primeira graça, rejeitando-a, ou de confirmá-la, seguindo-a obedientemente.

Isto o autor da obra A Vocaçãodos Gentios exprime desta forma: os que fazem uso do juízo da razão são livres para apartar-se da graça, de sorte a ser mérito o não haver-se apartado; e desorte que, o que não se pode fazer, senão mediante a assistência do Espírito, se credita aos merecimentos daqueles de cuja vontade isto não pôde ser feito.

Pareceu-me bem abordar, de passagem, estes dois pontos, para que o leitor já veja quanto discordo dos escolásticos mais sóbrios. Ora, dos sofistas mais recentes difiro em extensão ainda maior, a saber, quanto estão distanciado da antigüidade. Como quer que seja, desta divisão, contudo, compreendemos em que medida eles têm conferido o livre-arbítrio ao homem. Pois Lombardo sentencia, afinal, que temos o livre-arbítrio não que, em relação ao bem e ao mal, estejamos capacitados para ou fazer ou pensar de modo igual, mas apenas que somos liberados de compulsão, liberdade que, segundo ele, não é impedida, ainda que sejamos depravados, e servos do pecado, e nada possamos senão pecar.

A Inconveniênciada Expressão Livre-Arbítrio
Desse modo, pois, dir-se-á que o homem é dotado de livre-arbítrio: não porque tenha livre escolha do bem e do mal, igualmente; ao contrário, porque age mal por vontade, não por efeito de coação. Por certo que isto soa muito bem. Mas, a que servia etiquetar com título tão pomposo coisa de tão reduzida importância? Excelente liberdade, sem dúvida, seria se com efeito o homem não fosse compelido pelo pecado a servi-lo; se, no entanto, é ( – escravo por querer; escravo por vontade), de sorte que a vontade lhe é mantida amarrada pelas peias do pecado! Certamente que abomino (machías)– contendas de palavras - com as quais a Igreja em vão se afadiga, porém julgo ser religiosamente preciso evitar estas palavras que soam algo absurdo, principalmente quando induzem perniciosamente ao erro. Indago, porém, quão poucos são os que, em ouvindo atribuir-se livre-arbítrio ao homem, imediatamente não o concebam ser senhor tanto de sua mente quanto da vontade, tanto que possa de si mesmo vergar-se para uma e outra dessas duas partes?

Contudo, alguém dirá que é preciso afastar perigo desta natureza, se cuidadosamente o povo em geral for informado quanto ao exato sentido desta expressão. Na realidade, porém, como o coração humano propende espontaneamente para a falsidade, de uma palavrinha só o erro sorverá mais depressa do que faz extenso discurso em prol da verdade. Nesta própria expressão temos deste fato mais indisputável experiência do que seria de se almejar. Ora, enquanto se apega à etimologia do termo, deixada de lado aquela interpretação dos escritores antigos, quase toda a posteridade tem sido arrastada à ruinosa confiança pessoal.

FONTE: http://www.ocalvinista.com/2010/08/inconveniencia-da-expressao-livre.html

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Os Cinco Contraditórios Pontos do Arminianismo!

(a) O dogma do livre arbítrio

Como resultado da queda de Adão no Éden, a Bíblia diz que nEle, toda a raça humana está espiritualmente morta(Gn 2:17; Ef 2:1,5; Cl 2:13). Estando espiritualmente mortos, todos os filhos de Adão tendem a refletir a atitude de seu pai: como caído, fugirem da presença de Deus(Gm 3:8-10)e não se reconhecerem como culpados(pecadores)diante de Deus(Gn 3:11-13), razão pela qual, o Espírito Santo têm que convencê-los de seu pecado(Jo 16:7-9) Ora, se houvesse, após a queda, a capacidade de escolher a Deus por parte do homem espiritualmente morto, certamente Adão procuraria a Deus, e não Deus a Adão! E o resultado da queda de Adão sobre os seus descendentes é que segundo a Bíblia, "viu o SENHOR... que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração ERA SÓ MÁ continuamente"(Gn 6:5 ACF). Embora as Escrituras digam que após a queda no Éden, o homem está total e completamente morto(totalmente depravado) e arruinado; todavia, à revelia da Bíblia, os arminianos dizem que "a natureza humana foi indubitavelmente prejudicada pelo pecado, PORÊM NÃO ARRUINADA TOTALMENTE"(Rev. José G. Salvador; Arminianismo e Metodismo, p.87). Não só o dogma do livre arbítrio é falso e blasfemo, como tambem contraditório. Ele entra em contradição com o segundo ponto do arminianismo - a eleiçaõ condicional. Os arminianos dizem que desde a fundação do mundo, Deus sabia quem iria crer ou não crer em Cristo, e que, com base nessa presciência, elegeu os que iriam crer para a salvação, e da mesma forma, predestinou, designou, recusou ou reprovou de antemão[desde a eternidade] os que não iriam crêr, para a condenação(Pr. Raimundo Ferreira de Oliveira; Lições Bíblicas[CPAD], Quarto Trimestre de 1987, pp.32-33). Ora, com base nisto, perguntamos: aqueles que, pela presciência de Deus, não crerão em Cristo e que foram de antemão por Deus predestinados, designados e reprovados para a condenação, tem a capacidade para escolherem a Deus??? Se têm essa capacidade, onde fica então a presciência de Deus???
A Harpa Cristã, hinário das Assembléias de Deus, canta a doce melodia da total depravação do homem(esmigalhando o dogma do livre arbítrio), dizendo:

"Longe do Senhor, andava
No caminho do horror,
POR JESUS NÃO PERGUNTAVA,
NEM QUERIA O SEU AMOR
'NO JUÍZO NÃO PENSAVA,
NEM NA MINHA PERDIÇÃO
NEM MINHA ALMA DESEJAVA A ETERNA SALVAÇÃO"(169:1,2)

Tais frases refletem o ensino bíblico. Os ímpios, antes de serem regenerados pelo Senhor, não tem nenhum interesse por Deus(Rm 10:20). Nenhum deles tem ou podem ter qualquer desejo de ir até Cristo(Jo 3:20; 5:40; Jó 21:14-15). E o ímpio não pensa no juízo nem em sua perdição, uma vez que, em seu estado de total morte espiritual, ele não se julga um pecador(Mt 23:30; Lc 18:11-12); devido a seu estado caído(a sua natureza pecaminosa), ele não entende que o juízo de Deus está sobre ele(Pv 28:5 Sl 7:11; Rm 1:18). E por que os ímpios não estão convencidos de que estão debaixo do juízo(ira)de Deus? Porque, estando espiritualmente mortos, "ELES NADA SABEM, NEM ENTENDEM; VAGUEIAM EM TREVAS"(Sl 82:5 ARA); "OS PERVERSOS SÃO INIMIGOS DA LUZ, NÃO CONHECEM OS SEUS CAMINHOS"(Jó 24:13 ARA). Os ímpios estão totalmente impossibilitados e incapacitados de chegarem a esta conclusão por si mesmos. O Espírito Santo têm que convencê-los disso(Jo 16:7-8). Agora imaginem alguém que têm condições de chegar as suas próprias conclusões, necessitar da ajuda de outro alguém para chegar a estas conclusões? Complicado, não???Os ímpios não podem jamais desejar a salvação, visto que eles odeiam tanto a Deus(Rm 5:10; 8:7; Cl 1:21), que reputam as trevas como "luz"!(Is 5:20). Em suma, o dogma do livre arbítrio, não encontra respaudo nas Escrituras!

(b) O dogma da eleição condicional

A Bíblia diz que a eterna eleição para a salvação(Ef 1:4) é "a eleição da graça"(Rm 11:5,6), e se 'graça' é 'favor imerecido', como ela pode ser condicionada a qualquer futura atitude do homem? Embora a Bíblia diga que a eleição é da graça(isto é - incondicional = At 13:48); os arminianos, à revelia das Escrituras, dizem que ela é condicional. Não só este dogma é blasfemo e antibíblico, como tambem contraria o terceiro ponto do arminianismo. Ora, se em sua presciência, Deus já sabia quem vai crêr e quem não vai crêr em Cristo, elegendo os futuros crentes em Cristo para a salvação, bem como predestinando, designando, recusando ou reprovando de antemão os que não crerão em Cristo, como então Cristo poderia morrer por aqueles que de antemão Ele próprio havia predestinado, designado, recusado e reprovado para a condenação? Poderia Cristo morrer por aqueles que de antemão sabia que jamais creriam nEle? Morreria Cristo em vão? E onde estaria a sua presciência? Justamente por isso, cantamos com a Harpa Cristã, a doce melodia da eleição incondiconal(que é a eleição da graça):


"FOMOS NÓS PREDESTINADOS,
PARA CRERMOS EM JESUS"(236:3)

As palavras da Harpa Cristã ensinam o que a Bíblia ensina: que a fé é a consequência, não a causa da eleição para a salvação. Em outras palavras: fomos eleitos para crermos, e não porque creríamos!(At 13:48)



(c) Expiação Geral

Enquanto a Bíblia explicitamente diz que Cristo não morreu por todos os homens, sem exceção((Mt 26:28; Mc 14:24), e que seu sangue foi derramado em favor apenas dos eleitos(1 Pd 1:2); os arminianos, em revelia à Biblia, dizem que Ele morreu por todos os homens sem exceção - por cada indivíduo. Ora, tal dogma arminiano é uma blasfêmia, pois se é verdade que era parte do plano de Deus que Cristo morresse por toda a raça humana sem exceção(com o objetivo de salvar a todos), e se todos não foram salvos, então o plano de Deus foi frustrado, não alcançou o seu objetivo, não teve êxito. Só que de acordo com a Bíblia, NUNCA, JAMAIS, nenhum plano de Deus ficou sem ter o seu objetivo alcançado, antes todos os seus planos se realizaram perfeitamente(Jó 42:2; Sl 135:6; Is 46:10). Além do mais, a Bíblia diz que Cristo ficaria satisfeito com o resultado de sua obra expiatória(Is 53:11), e qual foi o por quê desta sua satisfação? Porque o plano de Deus era que Cristo morresse pelos eleitos, para que estes obtivessem a vida eterna - algo que efetiva eficazmente ocorreu!(Is 53:11; Dn 12:10; Mt 20:28; Jo 17:2,4,6). Agora, não só o dogma arminiano(expiação geral) é blasfemo e antibíblico, como entra em contradição com o quarto ponto do arminianismo. Ora, o quarto ponto do arminianismo(resistibilidade da graça divina) ensina que a graça de Deus pode ser resistida não só por uma parte da raça humana(os eleitos), mas por toda as duas partes(eleitos e não eleitos[reprovados]). Neste sentido, se Cristo morreu por toda a raça humana para dar-lhe a vida eterna, e se qualquer uma das partes da humanidade(os eleitos ou os reprovados) pode lhe resistir(ao seu chamado interno), isto faria com que o Salvador morresse em vão!!!
Mas, à revelia do do herético terceiro ponto do arminianismo, prefiro abria a Harpa Cristã e cantar a doce melodia da "Expiação Particular":


"Só mesmo o tão profundo amor
Do nosso bendito Deus,
Mandava ao mundo de horror,
O Seu Filho, PRA SALVAR OS SEUS"(475:4)

"Por Ele abençoada é toda a nação,
QUE FOI PREDESTINADA A GRANDE VOCAÇÃO"(135:3)

"JÁ DANTES DESTA CRIAÇÃO
JESUS ME PREPARAVA
A MAIS PERFEITA SALVAÇÃO;
Oh! Quanto a mim amava"(219:2).


A estrofe 3 do hino 135 ensina que somente a nação predestinada(ou escolhida)por Deus, recebia a benção da vida eterna, como diz a Bíblia(1 Cr 17:21-22; 2 Sm 7:23). A estrofe 4 do hino 465 ensina que Cristo foi enviado para morrer pelos eleitos, conforme diz a Bíblia(Jo 10:11,14-16; 17:2,6,9). A estrofe 2 do hino 219 nos ensina que Cristou amou os seus escolhidos, bem antes da fundação do mundo, com o amor de um Salvador, conforme diz a Bíblia(2 Tm 1:9).

d) Graça Resistível

A Bíblia diz que, dentre a raça humana, apenas alguns são escolhidos para a vida eterna, e que aqueles que foram escolhidos para este fim, não resistirão ao chamado interno do Espírito Santo e certamente virão a Cristo(Jo 6:37; 10:14). Contudo, à revelia da Bíblia, os arminianos dizem que todos(inclusove os eleitos) podem resistir ao chamdo interno do Espirito Santo, frustrando assim os propósitos de Deus. Todavia, este dogma arminiano não só é blasfemo e antibíblico, mas tambem contraria o segundo ponto do arminianismo. Ora, se é verdade que desde a eternidade, Deus já sabia quem iria crer em Cristo, e que com base nesta presciência, elgegeu estes para a salvação, como então estes podem resistir ao chamado interno do Espírito Santo. Este dogma resultaria em negar a presciência de Deus, bem como todo o dogma da eleição condicional para a salvação
Rejeitando este dogma arminiano(resistibilidade da graça divina), preferimos antes abrir a "Harpa Cristã" e cantar a doce melodia da "irrestibilidade da graça divina"(para os eleitos), dizendo:


"Hoje é o dia aprazível,
Vem a Jesus, teu Salvador
O SEU AMOR É IRRESISTÍVEL"(238:4).

A estrofe 4 do hino 238 nos ensina que, uma vez amados por Jesus na eternidade, consequentemente, os eleitos irresistivelemente passam a amá-lo neste mundo(1 Jo 4:19).


(e) Cair da graça ou perder a salvação

A Bíblia ensina explicitamente que é impossível um cristão ser enganado pelos ministros de Satã(Jo 10:4,5), ser arrebatado das mãos de Cristo e do Pai(Jo 10:28-29)e que nenhum dos regenerados poderão ser derrotados pelo malígno mundo(1 Jo 5:4). Mas, à revelia das Escrituras, os arminianos dizem que é possível um cristão perder a salvação. Todavia, este dogma arminiano, não só é falso e blasfemo, como tambem entra em contradição com o segundo ponto do arminianismo. Ora, se desde a eternidade Deus sabia quem ia crer nele e perseverar até o fim, e que, com base nesta presciência, os elegeu para a salvação, como é possível eles se perderem? Este dogma resultaria tanto em negar a presciência de Deus, como tambem a negar o dogma arminiano da eleição condicional
Mas, rejeitando o quinto dogma arminiano(remonstrante), prefiro abrir a Harpa Cristã e cantar a doçe melodia do "UMA VEZ SALVO, PARA SEMPRE SALVO"!!!

"NUNCA JAMAIS HEI DE PERECER"(146:2)

"ME GUARDARÁS POR TEU AMOR,
FIEL ATÉ O FIM"(229:3)

"Vem a Cristo, sem tardar,
Com seus dons te quer fartar,
COM RIQUEZAS QUE JAMAIS SE PERDERÃO"(281:3)

"PRA ESCRAVIDÃO DO EGITO NUNCA MAIS EU VOLTAREI"(316:3)

"JESUS PRA SEMPRE ME SALVOU"(424).


A estrofe 2 do hino 146 revela que é impossível um cristão perecer(Jo 10:28). A estrofe 3 do hino 281 revela que é impossível as riquezas da salvação serem perdidas. E sabe por que? Porque se a nossa salvação para a salvação e se a nossa vocação para a salvação são ambas dons de Deus(Ef 2:8-9; 2 Tm 1:9) e se "OS DONS E A VOCAÇÃO DE DEUS SÃO IRREVOGÁVEIS"(Rm 11:29 ARA), como entãio poderia Deus anular o seu chamado(interno) para a salvação e anular a própria salvação? Como poderia Ele retirar de nós a fé salvífica?(Hb 12:2). A estrofe 3 do hino 316 diz que uma vez libertos da escravidão do pecado, jamais poderemos outra vez nos tornarmos seus escravos totalmente(Jo 8:36; 2 Co 3:17). Paulo chega até a ensinar que os verdadeiros cristãos jamais se desviam para a perdição(Hb 10:39). O hino 424 simplesmente está ensinando e afirmando: "Uma vez salvos, para sempre salvos"!(Jo 5:24; 10:28-29). E a estrofe 3 do hino 229, nos ensina a coroa da doutrina reformada-protestante da perserverança dos santos. Tal estrofe nos diz que a nossa perseverança final é um produto, não de nossos esforços, mas da graça de Deus!(Jr 32:40; Fl 1:6; 1 Co 1:8).

Em suma: além dos quatro pontos do arminanismo remonstrante não se sustentarem biblicamente e de serem uma herança da Contra Reforma(através dos canônes do Concílio de Trento, 1547 d.C); para piorar ainda mais a sua situação vexatória, eles se contradizem a si mesmos - um ao outro.
Que Deus abençoe a todos.

FONTE: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=495239&tid=5370875909682509108&na=4&nst=1&nid=495239-5370875909682509108-5562332847697337477

terça-feira, 12 de abril de 2011

Dez Efeitos de Crer nas Doutrinas da Graça

John Piper


Estes dez efeitos são um testemunho pessoal a respeito de crer nas Doutrinas da Graça, que podem ser resumidos através dos cinco pontos do calvinismo. Acabei de ministrar um seminário sobre este assunto. Os alunos me pediram que escrevesse um artigo sobre estas reflexões, ao qual eles teriam acesso. Sinto-me feliz por fazer isso. Na verdade, eles conhecem o conteúdo do curso, que está acessível no site do ministério Desiring God. Contudo, escreverei na esperança de que este testemunho estimule outros a examinarem, como os bereianos, se a Bíblia ensina o que chamo de “Calvinismo”.

1. As Doutrinas da Graça enchem-me de temor a Deus e levam-me à verdadeira adoração profunda centrada em Deus.

Recordo a época em que vi, pela primeira vez, enquanto ensinava Efésios no Bethel College, no final dos anos 1970, a afirmação concernente ao alvo de toda a obra de Deus — ou seja: “Para louvor da glória de sua graça” (Ef 1.6, 12, 14).

Isso me fez perceber que não podemos enriquecer a Deus e que, por essa razão, sua glória resplandece mais esplendidamente não quando tentamos satisfazer as necessidades dEle, e sim quando nos satisfazemos nEle como a essência de nossas obras. “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente” (Rm 11.36). A adoração se torna um fim em si mesmo.

Isso me faz sentir quão insignificantes e inadequadas são as minhas afeições, de modo que os salmos de anseios se mostram vívidos e tornam a adoração intensa.

2. Estas verdades protegem-me de vulgarizar as coisas divinas.

Um dos caminhos de nossa cultura é a banalidade, a esperteza, a sagacidade. A televisão é o principal mantenedor de nosso desejo compulsivo por superficialidade e trivialidade.

Deus é incluído entre essas coisas. Por isso, existe hoje a vulgarização das coisas espirituais. Seriedade não está em excesso nestes dias. Foi abundante no passado. Sim, há desequilíbrios em certas pessoas que parecem não ser capazes de relaxar e falar sobre o clima.

Robertson Nicole disse a respeito de Spurgeon: “O evangelismo agradável [podemos dizer, o crescimento de igreja norteado por marketing] pode atrair multidões, mas lança a alma nas cinzas e destrói as próprias sementes do cristianismo. O Sr. Spurgeon tem sido reputado frequentemente, por aqueles que não conhecem seus sermões, como um pregador que utilizava humor. De fato, não havia nenhum outro pregador cujo tom era mais uniformemente sério, reverente e solene” (Citado em The Supremacy of God in Preaching, p. 57).

3. Estas verdades me fazem admirar a minha própria salvação.

Depois de descrever a grande salvação em Efésios, Paulo orou, na última parte daquele capítulo, para que o efeito daquela teologia fosse a iluminação do coração, a fim de que nos maravilhássemos com a nossa esperança, com as riquezas da glória de nossa herança em Deus e com o poder de Deus que opera em nós — ou seja, o poder que ressuscitou a Jesus dentre os mortos.

Todos os motivos de vanglória são removidos. Há muita alegria e gratidão.

A piedade de Jonathan Edwards começa a crescer. Quando Deus nos dá um vislumbre da sua majestade e de nossa impiedade, a vida cristã se torna uma coisa bem diferente da piedade convencional. Edwards descreveu isso, de maneira magnífica, quando disse:

Os desejos dos santos, embora zelosos, são humildes. Sua esperança é humilde; e sua alegria, ainda que indizível e cheia de glória, é humilde e contrita, deixando o cristão mais pobre de espírito, mais semelhante a uma criança e mais propenso a um comportamento modesto (Religious Affections, New Haven: Yale University Press, 1959, p. 339ss).

4. Estas verdades tornam-me alerta quanto aos substitutos centrados no homem que passam por boas-novas.

Em meu livro The Pleasures of God (2000), nas páginas 144 e 145, mostrei que, na Nova Inglaterra do século XVIII, o afastamento do ensino sobre a soberania de Deus levou ao arminianismo e, deste, ao universalismo e, deste, ao unitarismo. A mesma coisa aconteceu na Inglaterra do século XIX, depois de Spurgeon.

O livro Jonathan Edwards: A New Biography (Edinburgh: Banner of Truth, 1987, p. 454), escrito por Iain Murray, documenta a mesma coisa: “As convicções calvinistas empalideceram na América do Norte. No andamento do declínio que Edwards antecipara corretamente, aquelas igrejas congregacionais da Nova Inglaterra que tinham abraçado o arminianismo, depois do Grande Avivamento, moveram-se gradualmente ao unitarismo e ao universalismo, lideradas por Charles Chauncy”.

No livro Quest for Godliness (Wheaton, IL: Crossway Books, 1990, p. 160), escrito por J. I. Packer, você pode perceber como Richard Baxter abandonou estes ensinos e como as gerações seguintes tiveram uma colheita horrível na igreja de Baxter, em Kidderminster.

Estas doutrinas são uma proteção contra os ensinos centrados no homem que, sob muitas formas, corrompem gradualmente a igreja, tornando-a fraca em seu interior, enquanto parece forte e popular.

1 Timóteo 3.15 — “Para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade”.

5. Estas verdades fazem-me gemer diante da indescritível enfermidade de nossa cultura secular que milita contra Deus.

Não posso ler o jornal, assistir a uma propaganda na TV ou ver um outdoor sem o intenso pesar de que Deus está ausente.

Quando Ele, a principal realidade do universo, é tratado como se não existisse, tremo ao pensar na ira que está sendo acumulada. Fico chocado. Tantos cristãos estão sedados pela mesma droga que entorpece o mundo. Mas estes ensinos são um antídoto poderoso.

Oro por um despertamento e avivamento.

Esforço-me para pregar tendo em vista criar um povo tão impregnado de Deus, que O mostrará e falará sobre Ele onde quer que esteja, em todo o tempo.

Existimos para afirmar a realidade de Deus e a sua supremacia em toda a vida.

6. Estas verdades tornam-me confiante de que a obra planejada e começada por Deus chegará ao final — tanto no que diz respeito ao universo como ao indivíduo.

Este é o argumento de Romanos 8.28-39: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou. Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”.

7. Estas verdades fazem com que eu veja todas as coisas à luz dos propósitos soberanos de Deus: dEle, por meio dEle e para Ele são todas as coisas; a Ele seja a glória para sempre e sempre.

Todas as coisas da vida se relacionam a Deus. Não há qualquer aspecto de nossa vida em que Ele não seja extremamente importante — Aquele que dá sentido a tudo (cf. 1 Co 10.31).

Ver os propósitos soberanos de Deus sendo desenvolvidos nas Escrituras e ouvir o apóstolo Paulo dizendo: Ele “faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade” (Ef 1.11) faz-me perceber o mundo desta maneira.

8. Estas verdades enchem-me da esperança de que Deus tem vontade, direito e poder de responder as súplicas para que pessoas sejam mudadas.

A garantia da oração é que Deus pode irromper e mudar as coisas — incluindo o coração humano. Pode transformar a vontade. “Santificado seja o teu nome” significa faze as pessoas santificarem o teu nome. “Que a tua palavra se propague e seja glorificada” significa faze os corações abrirem-se para o evangelho.

Devemos tomar as promessas da nova aliança e rogar a Deus que sejam trazidas à realização em nossos filhos, vizinhos e todos os campos missionários do mundo.

“Ó Deus, remove deles o coração de pedra e dá-lhes um coração de carne” (Ez 11.19).

“Senhor, circuncida o coração deles para que Te amem” (Dt 30.6).

“Ó Pai, coloca dentro deles o teu Espírito e faze-os andar nos teus estatutos” (Ez 36.27).

“Senhor, concede-lhes arrependimento e conhecimento da verdade, para que fiquem livres das armadilhas do diabo” (2 Tm 2.25-26).

“Pai, abre-lhes o coração para crerem no evangelho” (At 16.14).

9. Estas verdades recordam-me que o evangelismo é absolutamente essencial para que as pessoas venham a Cristo e sejam salvas. Recordam-me também que há esperança de sucesso em levar as pessoas à fé e que, em última análise, a conversão não depende de mim, nem está limitada à insensibilidade do incrédulo.

Portanto, isso nos proporciona esperança na evangelização, especialmente em lugares difíceis e entre pessoas de coração empedernido.

“Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz” (Jo 10.16).

É a obra de Deus. Dedique-se a ela com resignação.

10. Estas verdades deixam-me convicto de que Deus triunfará no final.

“Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (Is 46.9-10).

Reunindo todas estas verdades: Deus recebe a glória, e nós, o gozo.

FONTE:http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=273

sábado, 2 de abril de 2011

Reforma e Carisma: Carta aberta a Marco Feliciano

Esta carta esta na íntegra como a encontramos no link a seguir:
Reforma e Carisma: Carta aberta a Marco Feliciano


Carta aberta a Marco Feliciano

Prezado Deputado Marco Feliciano,

É com grande preocupação que nós, cristãos comprometidos com o Evangelho de Cristo Jesus e os valores da Reforma Protestante, vemos as suas declarações referentes aos negros africanos e o homossexualismo. Ao se definir como pastor evangélico, o senhor assumiu o compromisso de defender as verdades do Evangelho, conforme ensinado por Cristo Jesus e seus apóstolos, no Novo Testamento. No entanto, seus pontos de vista não condizem com a Verdade que o senhor afirma defender.

Nós, cristãos juntos pelo Evangelho, repudiamos qualquer ensino que associe a maldição lançada a Canaã com o povo africano. Em Gênesis 9:24-27, vemos que a maldição é lançada apenas sobre Canaã, e não sobre os demais filhos de Cam e que ela consistiria na servidão aos filhos de Sem e de Jafé, o que acontece quando o povo de Israel conquista as cidades cananeias por meio de Josué. A exegese de Gênesis 10:16-19 mostra que os cananeus habitaram o Oriente Médio e não a África. Além disso, a leitura do Antigo e do Novo Testamento mostra que os cananeus se misturaram com os judeus e que o próprio Senhor Jesus Cristo é descendente da cananeia Raabe (Mateus 1:5).

Nós, cristãos juntos pelo Evangelho, repudiamos a sua declaração de que "A podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam (sic) ao ódio, ao crime, à rejeição". Ao contrário, reafirmamos o ensino da depravação total, ensinado por Paulo em Romanos 3:9-18, que mostra que todos os homens, independente de sua opção ou comportamento sexual, são injustos, inúteis, cheios de amargura e prontos a fazer o mal, andando em caminhos de destruição e miséria. Não são os sentimentos homoafetivos, mas sim a nossa morte espiritual e amor pelo pecado (Efésios 2:1-3) que nos tornam praticantes do ódio, do crime e da rejeição.

Nós, cristãos juntos pelo Evangelho, reafirmamos ao senhor e à sociedade que o ensino bíblico é o de que todos os homens, independente de seu povo, etnia, comportamento sexual ou classe social, estão todos, sem distinção, debaixo da ira de Deus porque todos nós pecamos (Romanos 3:23), sendo por isso, dignos de morte (Romanos 6:23). E é com uma ênfase ainda maior que nos lembramos de que Cristo Jesus se fez maldito no lugar de todo ser humano que, independente de seu povo, etnia, comportamento sexual ou classe social (Gálatas 3:13), se volta para Ele, arrepende-se de seus pecados, crê em Sua ressurreição, confessa a Sua divindade e invoca o Seu nome (Romanos 10:9-12). Esse é o verdadeiro Evangelho!

Não aceitaremos mais que a mais bela verdade já ensinada aos homens seja manchada e distorcida publicamente por quem deveria defendê-la. E, por isso, protestamos contra seus posicionamentos e o exortamos, em nome de Jesus Cristo, a arrepender-se deste pecado.

Cristãos Juntos Pelo Evangelho